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Mais área comum sempre é melhor?

  • Foto do escritor: Mozart Silva
    Mozart Silva
  • 14 de jan.
  • 2 min de leitura
Garota na piscina triste com a conta do condomínio na mão
O CONFORTO DAS ÁREAS COMUNS TEM O SEU CUSTO

Piscina, academia, coworking, lavanderia, rooftop, salão gourmet. Em studios, a lista de áreas comuns cresce a cada novo lançamento. A pergunta é simples — e pouco feita: mais área comum realmente melhora o imóvel? A resposta curta é: depende.

Área comum é atributo, não benefício automático

Área comum entra como um atributo importante na análise de um studio, mas ela não é positiva por definição.

Ela só agrega valor quando:

  • é bem dimensionada,

  • faz sentido para o público do imóvel,

  • e se integra ao uso real do studio.

Caso contrário, vira apenas custo recorrente.

O erro comum: confundir quantidade com qualidade

Muitos empreendimentos apostam em:

  • grande variedade de espaços,

  • equipamentos pouco usados,

  • áreas bonitas no material de venda,

mas que, na prática:

  • ficam vazias,

  • exigem manutenção constante,

  • elevam o valor do condomínio.

O comprador só percebe isso depois de alguns meses de uso.

Para quem mora, área comum precisa resolver problemas reais

Para o morador, área comum faz sentido quando:

  • compensa o tamanho reduzido do studio,

  • melhora o dia a dia,

  • facilita a rotina.

Exemplos:

  • lavanderia compartilhada bem pensada,

  • academia funcional,

  • espaço de trabalho silencioso.

Quando a área comum não conversa com o uso real, ela vira cenário — não solução.

Para quem investe, área comum precisa gerar liquidez

Para o investidor, a pergunta muda: Essa área comum ajuda a alugar mais rápido ou a vender melhor? Nem sempre a resposta é sim.

Em muitos casos:

  • o inquilino valoriza mais localização e preço,

  • do que uma lista extensa de lazer.

Se a área comum não melhora a atratividade do produto, ela reduz margem.

Área comum e condomínio caminham juntos

Esse ponto é crucial. Mais área comum normalmente significa:

  • mais manutenção,

  • mais funcionários,

  • mais custos fixos.

Um studio com condomínio elevado perde competitividade — principalmente na locação.

Por isso, área comum sempre deve ser analisada junto com o custo mensal, e não isoladamente.

Quando a área comum realmente agrega valor

Área comum funciona bem quando:

  • o público-alvo é claro,

  • o padrão do prédio é coerente,

  • os espaços são bem usados,

  • o custo é compatível com o valor do imóvel.

Nesses casos, ela ajuda a diferenciar o studio e melhora a experiência geral.

Conclusão prática

Mais área comum não significa, automaticamente, melhor studio.

Ela precisa:

  • fazer sentido para quem vai usar,

  • estar alinhada ao perfil do imóvel,

  • e caber no bolso todo mês.

Tratar área comum como atributo — e não como propaganda — evita frustração e ajuda a tomar decisões mais equilibradas.

Defina sua ótica sobre a importância da quantidade de área comum e contate o corretor Mozart Silva (41) 99288-1100 para receber a indicação de studios que se encaixem no seu perfil.

 
 
 

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